O processo que pomos em prática é intensamente experimental.
Não significa isto que andemos aos papéis a experimentar a torto e a direito até dar certo.
Ao longo do tempo fomos treinando o nosso método para esta existência; da experimentação resulta-nos o inesperado e do inesperado resulta-nos a inovação, a surpresa.
Fizemos da experimentação a matriz experiente com que conduzimos o nosso trabalho, abrindo portas a resultados inusitados.
A melhor publicidade não é a que produz o incomum, o insólito, o raro?
É essa a força motora do nosso processo: atingir a raridade. Por essa razão as competências  assentam não só na exactidão do momento em que o “prolongamento articulado” que termina a
mão (vulgarmente conhecido por “dedo”) carrega no obturador. Vamos um pouco mais atrás resgatando os restantes dedos e alicerçamos na mão hábil a capacidade pura de desenhar, ilustrar
e combinar materiais.
É sempre no esboço antigo sobre o velho papel que a nossa jornada começa. Daí partimos para a bancada da oficina e entre graxas e parafusos, manipulamos líquidos, pirotécnias, luzes,
temperaturas, acções e reacções, choques "casuais" ou sincronizados como dominós. Também levantamos batons, escovas e pincéis para os eyeshadows, eyeliners, para simular um beijo de sol na face ou conseguir o “top knot” perfeito aquele cabelo.
Tudo isto acontece antes do click no obturador.
Depois lavamos as mãos da graxa e abrimos a porta do digital para a composição publicitária ou cinemática de médio formato onde todas as partes se retransformam num todo coerente, robusto e finalizado.
Assim fazemos imagem.
Este é o nosso processo: do martelo à luz, do papel à tecnologia, procurando sempre a solução mais eficaz e que melhor se ajuste aos desafios criativos com que nos deparamos diariamente.
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